Porque tantos websites empresariais deixam de acompanhar o negócio
Muitos websites empresariais ficam parados enquanto o negócio evolui. Saiba porque acontece e como evitar que o site da empresa fique desatualizado.
Partilho ideias que surgem do trabalho em curso —
observações sobre como se pensa, se decide e se executa.
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Muitos websites empresariais ficam parados enquanto o negócio evolui. Saiba porque acontece e como evitar que o site da empresa fique desatualizado.
Saiba identificar os sinais de que o website da sua empresa está desatualizado, perdeu continuidade e precisa de gestão contínua, não apenas de manutenção técnica.
Há websites que não estão abandonados. Estão pior do que isso: estão entregues à fragmentação.
Muitas empresas investem fortemente no lançamento de um website, mas falham na sua continuidade. Um olhar sobre gestão contínua, responsabilidade digital e evolução operacional.
Nas últimas semanas voltei a reorganizar várias partes do meu próprio website: textos, estrutura, navegação, hierarquias, versão mobile e até pequenas frases que já não refletiam exatamente a forma como penso e trabalho hoje.
Os websites raramente falham no momento em que são lançados. Na maioria dos casos, surgem bem pensados, bem executados e alinhados com o contexto do negócio. O problema tende a surgir mais tarde, quando deixam de acompanhar a evolução que, entretanto, aconteceu à sua volta.
O reconhecimento no SME EnterPRIZE contribui para posicionar o projeto num quadro mais amplo, associado à sustentabilidade e à eficiência no uso de recursos.
Um ambiente único — técnico, mas profundamente colaborativo; competitivo, mas simultaneamente aberto à partilha; e, acima de tudo, cheio de pessoas que acreditam verdadeiramente na sustentabilidade, na gestão eficiente dos recursos e na transformação digital do setor.
O livro vai muito além do relato biográfico: é uma meditação sobre autenticidade, papéis sociais e a tensão entre o que somos e o que o mundo espera que sejamos.
Há dois anos, o ChatGPT parecia um superpoder: uma mente incansável, sempre pronta a responder, a criar, a resolver. Mas entre a euforia e a dependência, percebi algo inquietante — quanto mais fácil tudo se tornava, menos prazer eu sentia em fazer. A verdadeira questão já não é o que a máquina é capaz de fazer, mas o que nós estamos a deixar de fazer.